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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Médicos param de atender no único pronto socorro público de Catalão
Segundo categoria, paralisação é motivada por atraso no salário.
População está revoltada com a situação e pede providências: 'Absurdo'
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera FACEBOOK
Médicos plantonistas que atendem no Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão, no sudeste de Goiás, paralisaram as atividades há dez dias. Segundo eles, o protesto é motivado pelo atraso no pagamento dos salários. Apenas os casos de extrema urgência e emergência são atendidos no único pronto socorro público da cidade.
A população está revoltada com a situação. A maioria dos pacientes não tem condições financeiras de procurar atendimento em um hospital particular.
Mesmo sabendo da paralisação, a dona de casa Flávia Mesquita foi à unidade para tentar uma consulta para o filho, de 2 anos. No entanto, ela não conseguiu. “Ela [secretária] falou que não tem atendimento para uma criança de 2 anos que está com 39ºC de febre”, diz a mãe.
A direção da Santa Casa de Catalão informou que atrasou o pagamento dos médicos porque a prefeitura não repassa o dinheiro há três meses.O garçom Carlos Cézar Ferreira sequer desceu do carro que o levou ao Pronto Socorro, pois foi informado que não ia ser atendido. Sentindo muitas dores, ele reclama da situação: “É um absurdo, vou ter que ficar em casa sofrendo de dor, não tem outro lugar para ir”.
A direção da Santa Casa de Catalão informou que atrasou o pagamento dos médicos porque a prefeitura não repassa o dinheiro há três meses.O garçom Carlos Cézar Ferreira sequer desceu do carro que o levou ao Pronto Socorro, pois foi informado que não ia ser atendido. Sentindo muitas dores, ele reclama da situação: “É um absurdo, vou ter que ficar em casa sofrendo de dor, não tem outro lugar para ir”.
Por sua vez, a Secretaria de Saúde de Catalão afirmou que fez um acordo com o hospital e o Ministério Público para parcelar o pagamento da dívida de R$ 2 milhões. O débito será totalmente do em breve.quitado, segundo a prefeitura, até março. O atendimento na unidade de saúde deve ser reestabeleci
terça-feira, 4 de novembro de 2014
A Vigilância Sanitária de Catalão, recebeu uma denúncia contra a falsa biomédica Raquel Policena Rosa, de 27 anos, mais de três meses antes dela aplicar hidrogel no bumbum da ajudante Maria José Medrado de Souza Brandão, 39 anos, que morreu no último dia 25, após o procedimento.
Um e-mail enviado ao órgão, no dia 10 de julho deste ano, dizia que a mulher fazia as “aplicações de substâncias duvidosas”, em ambientes que não eram adequados e sem acompanhamento “de profissionais capacitados, como cirurgiões plásticos com cursos específicos”. A Vigilância Sanitária de Catalão afirma que investigou o caso, mas não conseguiu localizar a suspeita.
O e-mail informou ainda que sessões de aplicações estavam agendadas em um salão de beleza da cidade nos dias 14 e 15 de julho, datas anteriores a um curso de bioplastia que Raquel fez em Mogi Guaçu (SP) entre os meses de agosto e setembro e que, segundo ela, a qualificou para os procedimentos.
| Denúncia sobre Raquel enviada à Vigilância Sanitária de Catalão (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) |
No entanto, segundo a polícia, Raquel não tem formação na área da saúde e não poderia fazer aplicações de hidrogel. “Ela está convicta de que não errou [no caso de Maria José] porque fez um curso de bioplastia estética, com duração de 15 dias, e disse que a morte está relacionada a outro fator. Mas esse curso não a qualifica para os procedimentos”, declarou a delegada responsável pelo caso, Myrian Vidal.
A Vigilância Sanitária de Catalão afirma que, na ocasião da denúncia, tentou encontrar Raquel, mas não obteve sucesso.
“A denúncia chegou via e-mail e uma fiscal entrou em contato com ela para agendar o procedimento. Mas ela disse que era preciso juntar pessoas. Aí marcou uma vez em Catalão, mas por desconfiar bastante, acabou desmarcando. Mais tarde, agendou para Goiânia. A partir daí, enviamos as informações para a Vigilância Sanitária da capital, com endereço, mas não houve êxito em encontrá-la”, explicou o coordenador de Vigilância Epidemiológica, Diego Rodrigues.
O G1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia para confirmar se a Vigilância Sanitária da capital chegou a receber a denúncia, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
Depoimento
Raquel prestou depoimento à polícia na tarde de segunda-feira (3). Ela apresentou o certificado de conclusão do curso de bioplastia estética, feito no Instituto Folha Verde, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, com carga horária de 60 horas, entre 18 de agosto e 5 de setembro deste ano.
Coordenador do instituto, Carlos Firmino informou que Raquel procurou o curso dizendo que trabalhava como esteticista e que iria fazer a bioplastia junto com um médico. “Ela disse que já tinha feito o procedimento com outro produto, mas que ficou insegura e queria aprender a parte científica”, lembra.
A instituição reafirma que não indicou o uso de hidrogel para a mulher e que, de acordo com o certificado, ela não tinha qualificação para realizar procedimentos com o produto. Após a divulgação do caso, o curso foi suspenso pelo Instituto Folha Verde.
A delegada Myrian Vidal já havia descartado qualquer qualificação profissional de Raquel, que se apresentava como biomédica. “Fizemos a consulta nos conselhos de biomedicina existentes no Brasil e o nome dela não consta entre os profissionais. Aliás, em nenhuma área da saúde”, explicou.
Aplicações
No depoimento, Raquel disse que fez aplicação de hidrogel duas vezes em quatro pacientes, entre elas, a Maria José. Em um primeiro momento, o procedimento foi realizado em um hotel. Dias depois, as mesmas pacientes realizaram retoques com ela em uma clínica estética. Entretanto, Raquel afirma que não tem o nome completo ou contato de suas clientes por ter perdido seu celular, onde estariam todas as informações.
Segundo o Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a aplicação de hidrogel é um procedimento exclusivo para médicos. O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), Erso Guimarães, informou ao G1 que desconhece a profissão de bioplasta. “Existem 14 profissisões regulamentadas pelo Ministério do Trabalho na área da saúde, como por exemplo médico, enfermeiro e fiosioterapeuta. Bioplasta não é um delas”, afirmou.
Após a morte de Maria José, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) publicou uma resolução proibindo o trabalho médico em estabelecimentos como clínicas de estética e salões de beleza. A norma começou a vigorar no último dia 29.
Laudo
A delegada Myrian Vidal disse que espera um laudo do Instituto Médico Legal (IML) para comprovar se a morte de Maria José está relacionada ao procedimento estético. Caso seja confirmado, Raquel deve ser indiciada por homicídio doloso, quando há a intenção de matar. Isso porque, para a delegada, a bioplasta demorou a orientar a paciente a procurar um médico.
Além dela, o namorado também passou a ser investigado após a constatação de áudios no celular da vítima, nos quais a falsa biomédica relata a presença do companheiro durante as sessões. A expectativa é de que ele seja ouvido na próxima sexta-feira (7). “Segundo a autora, ele participou apenas no primeiro momento, e teria ido massagear um dos glúteos da Maria José, visando espalhar melhor o líquido que ela já havia injetado”, relatou a delegada.
Myrian afirmou também que o rapaz mencionado na gravação é professor de línguas estrangeiras e não tem qualquer formação na área estética ou de saúde. O casal pode ser indiciado pela morte e deve responder por exercício ilegal da medicina.
A ajudante de leilão conheceu o trabalho da mulher por meio de anúncios na internet. Em um grupo de no aplicativo de celular Whatsapp, Raquel também fazia propaganda de seu trabalho. “Faço bioplastia de glúteo. Se alguém tiver interesse, me chame inbox”. Ao ser questionada sobre valores, ela informou que cobra até R$ 3,9 mil pelo procedimento e promete um “resultado imediato”.
A dona da clínica onde Maria José passou pelo procedimento, a esteticista Clênia Marques Rosendo, disse à polícia que não sabia qual o procedimento seria realizado no local e por isso decidiu local uma das salas para a mulher por R$ 250 a diária. A clínica foi interditada no último dia 28 de outubro por não possuir alvará sanitário. Além disso, o local também foi multado em R$ 2 mil.
Visitantes do Parque Flamboyant terão de fazer exame
Orientação da Prefeitura é para todos que frequentaram o local nos últimos 3 meses e tiveram febre
Janda Nayara04 de novembro de 2014 (terça-feira)
Como medida para evitar a proliferação da malária em Goiânia, a Secretaria Municipal de Saúde irá analisar amostras de sangue de todas as pessoas que tenham visitado nos últimos 30 dias regiões onde há transmissão da doença ou frequentado o Parque Flamboyant a partir do dia 1º de agosto e apresentado febre, acompanhada ou não dos demais sintomas da doença, como dor de cabeça, calafrios, sudorese, tremores, cansaço e dores musculares.
O chamado Inquérito hemoscópico faz parte do protocolo nacional de combate à malária e foi discutido junto com os técnicos do Ministério da Saúde que visitaram a cidade na semana passada. As pessoas que se encaixem nestas características deverão entrar em contato com o Departamento de Vigilância Epidemiológica, que enviarão agentes de saúde para a coleta das amostras necessárias para o exame, informa a diretora de Vigilância e Saúde da pasta, Flúvia Amorim. “A data de referência foi escolhida com base no primeiro caso notificado, porque os sintomas costumam surgir em no máximo 30 dias. Colocamos mais alguns dias por segurança”, explica.
As residências, escolas e obras da construção civil localizadas em um raio de dois quilômetros do parque também continuarão, segundo Flúvia, a receber visitas dos agentes de endemias. “Eles distribuição material informativo com os contatos da vigilância, já que a manifestação dos sintomas pode ser tardia”.
A primeira paciente a ter o diagnóstico confirmado, no dia 9 de outubro, foi a aposentada Maria de Fátima Ferreira, de 54 anos, que mora em frente ao Parque Flamboyant.
NOVO CASO
A capital goiana já contabiliza sete casos confirmados da doença com transmissão no próprio município, fato que não ocorria há mais de duas décadas. O último caso confirmado, notificado na última quinta-feira, foi o de uma adolescente que estuda em uma escola próxima do Parque Flamboyant e é frequentadora assídua do local. “Ela mora em Aparecida de Goiânia, apresentou sintomas e buscou atendimento médico, onde foi diagnosticada. Não precisou ficar internada e está fazendo o tratamento em casa”, contou Flúvia.
O caso do bebê de 8 meses de idade, morador de Aparecida de Goiânia, e que poderia ser o primeiro caso autóctone sem ligação com o Parque Flamboyant ainda está em investigação. Segundo a diretora, eles aguardam os resultados de novas coletas feitas pelo Laboratório Central de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros (Lacen). O menino está internado no Hospital de Doenças Tropicais (HDT).
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Depoimento: Mulher fez curso de 15 dias antes de aplicar gel em glúteos de vítima
Publicado 3 de novembro de 2014
Escrito por: Silvana Bittencourt (Jornal O popular)
Fotos: Sebastião Nogueira
“Em depoimento, Raquel Rosa admitiu não ter formação na área de saúde”
Raquel Policeno Rosa, 27 anos, a mulher que aplicou hidrogel nos glúteos de Maria José Medrado de Souza Brandão, 39 anos, admitiu na tarde desta segunda-feira (3), em depoimento à delegada Myrian Vidal, no 17º Distrito Policial, que não tem formação superior em biomedicina ou qualquer outra área da saúde. Ela disse que fez um curso de bio plastia com duração de 15 dias em São Paulo para realizar o procedimento, e que durante as aulas teria recebido orientação para usar a cola Super Bondei nos curativos.
Segundo Raquel, ela já realizou o procedimento em quatro mulheres diferentes, entre elas Maria José, que morreu no dia 25 de outubro, com sintomas de embolia pulmonar. Todas elas teriam voltado para retoque.
Raquel, que se identificava como biomédica na internet, não quis falar com a imprensa e insistiu que está capacitada para as aplicações. Em conversa pelo WhatsApp pouco antes de sua morte, Maria José se queixou de falta de ar, dor no peito, fadiga e tremores depois da aplicação, mas Raquel a tranquilizou, dizendo tratar-se apenas de efeito psicológico.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Vigilância interdita clínica após morte de paciente que aplicou gel nos glúteos
Publicado 28 de outubro de 2014
Escrito por: Jornal O popular
Reprodução: “Maria José passou mal assim que chegou em casa”
A clínica onde Maria José Medrado de Sousa Brandão, de 39 anos, aplicou gel nos glúteos foi interditada, na tarde desta terça-feira (28), por falta do alvará. Já o caso foi transferido da Delegacia de Investigação Criminal (DEIC) para o 17º Distrito Policial, no Parque das Laranjeiras.
Maria José se submeteu a uma nova aplicação do produto após não ficar satisfeita com o resultado obtido no primeiro procedimento que ocorreu há 15 dias. A vítima passou mal assim que chegou em casa, foi socorrida pelo filho que a levou até Centro de Atendimento Integrado de Saúde (Cais) e depois transferida para o Hospital Jardim América, onde morreu.
Maria José provavelmente morreu de embolia pulmonar. Ela praticava atividade física regularmente e era hipertensa. A dona do estabelecimento e a esteticista podem ser indicadas por homicídio culposo.
Maria José Brandão era de Goiânia e esteticista de Catalão
Escrito por: Badiinho Filho
A paciente Maria José Brandão, de 39 anos, era natural de Goiânia, não de Catalão, como foi informado pelos veículos de comunicação. Apenas a esteticista trabalha em Catalão, a qual ainda não teve sua identidade revelada pela Polícia Civil.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Mulher de 39 anos morre em Goiânia após aplicar gel para aumentar os glúteos
Publicado 27 de outubro de 2014
Escrito por: Portal R7
Maria José Brandão tinha 39 anos Reprodução/ Rede Record
Uma mulher de 39 anos morreu na madrugada deste sábado (25), após fazer uma cirurgia de colocação de Aqualifti, uma espécie de gel que aumenta os glúteos em uma clínica de estética em Goiânia (GO). Segundo a polícia, uma biomédica de Catalão, cidade que fica a 200 km de Goiânia, havia alugado a clínica para atender a paciente.
Ainda de acordo com as informações da polícia, que ouviu o filho da mulher que morreu, ela havia passado pelo tratamento estético na sexta-feira (24), quando começou a passar mal, se queixando de dores de cabeça e falta de ar. Maria José Brandão foi encaminhada para um Cais (Centro de Atendimento Integral da Saúde) onde recebeu os primeiros atendimentos. Depois, foi encaminhada ao hospital Jardim América e foi internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Sem apresentar melhoras, morreu por volta das 5h da manhã do dia 25.
Segundo a dona da clínica de estética que alugou uma das salas, nenhuma das dez mulheres outras mulheres que fizeram a aplicação do produto naquele mesmo dia se queixaram do procedimento. O Aqualift é um gel importado, utilizado para o preenchimento de glúteos, sem a necessidade de corte. É usado também para o aumento dos seios e lábios.
Um laudo de uma autópsia que vai apontar a causa da causa de Maria ficará pronto em uma semana. A reportagem da TV Record falou com biomédica pelo telefone e ela disse que não tinha culpa no processo.
"Eu não tenho nada a declarar porque não tem nada a ver com o procedimento. Tanto que outras pessoas fizeram e todo mundo está em perfeito estado".
domingo, 19 de outubro de 2014
Restos mortais de uma vaca são encontrados no Ribeirão Samambaia
Publicado 19 de outubro de 2014
Escrito por: Badiinho Filho, com informações da matéria veiculada pela TV Anhanguera/Catalão
Fotos: Reprodução
Na tarde desta última quinta-feira (16), uma vaca morta foi encontrada dentro do Ribeirão Samambaia. Segundo informações de moradores da região e repassadas a equipe da TV Anhanguera, os restos mortais do animal foram encontrados às margens do Ribeirão Samambaia há cerca de uma semana, os quais estavam em estado de decomposição. O mal cheiro tem incomodado os produtores rurais.
Segundo os moradores da região, foi a primeira vez que isso aconteceu. Eles acreditam que foi um descuido do proprietário da fazenda, o qual teria retirado a cerca para o gado beber água.
Segundo a reportagem da TV Anhanguera, um produtor rural que preferiu não se identificar, diz que consome água do Ribeirão Samambaia e espera que alguma providência seja tomada o quanto antes.
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